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Arquivo mensais:outubro 2015

  • Hunter’s Pinot Noir Na Wine Spectator

    Na edição de outubro dessa publicação, o Hunter’s Pinot Noir 2013, produzido em Marlborough, Nova Zelândia, recebeu 90 pontos. Trata-se de um Pinot Noir muito típico, com frutado vibrante e puro, taninos muito elegantes, e com o frescor típico do país. Esse vinho está entre os favoritos dos nossos clientes em todo o Brasil, pelo alto padrão de qualidade mantido no decorrer dos 16 anos em que faz parte do portfólio da Wine Brasil.

    A Hunter’s Wines pertence a Jane Hunter OBE, a mais premiada mulher da indústria do vinho da Nova Zelândia, por ter atraído atenção internacional para a região de Marlborough. Essa vinícola familiar comprova que a região de Marlborough é capaz de excelência em estilos que vão além de Sauvignon Blanc. Produz ótimos espumantes elaborados pelo método tradicional, um Riesling complexo e um Chardonnay sutil, além do multifacetado Sauvignon Blanc (outro best-seller) e do Pinot Noir.

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    Agradecimentos:

    Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

  • Château Margaux

    Château Margaux dispensa apresentações. É um dos poucos casos onde o Château dá nome à comuna e também à apelação, sendo o único Premier Grand Cru Classe da região. Entender, interpretar seu terroir é sempre um desafio e por vezes incompleto. Seu atual Diretor desde 1983, Paul Pontallier, costuma dizer que este é um dos poucos vinhos que reúne elegância e potência ao mesmo tempo. A elegância, a delicadeza, a maciez, são encantadores. Contudo, de modo sutil, a potência, a estrutura tânica e o fresco, praticamente escondidos pela elegância é que permite que este grande tinto possa desenvolver-se e amadurecer por 20, 30, 40, 50 anos, ou mais. Em resumo, é como o bailarino segurando com mão de ferro sua companheira e ao mesmo tempo, ainda consegue transmitir leveza e graça à cena.

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    Além do Grand Vin, Château Margaux elabora seu segundo vinho com muito critério chamado Pavillon Rouge du Margaux. Evidentemente menos estruturado, pode envelhecer por pelo menos dez anos nas boas safras. É elaborado desde 1908.

    Outra curiosidade é seu branco denominado Pavillon Blanc du Margaux. 100% Sauvignon Blanc, este vinho já tem tradição no Médoc, embora seja terra quase absoluta de grandes tintos. Ele apareceu ao mercado em 1920, sendo doze hectares de vinhas plantadas num setor do Château onde a incidência de geadas é grande. Um risco maior para as uvas tintas de longa maturação.

    Veja o que a Wine Brasil oferece em nosso site:

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  • Os Vinhos da Borgonha!

    Os vinhos da Borgonha são elegantes e essa região é o berço das uvas Pinot Noir e Chardonnay.

    A Borgonha é o verdadeiro Eldorado do vinho para inúmeros apreciadores ao redor do mundo. Graças ao trabalho secular de monges e abades, a região teve seus vinhedos cuidadosamente delineados de acordo com a qualidade dos vinhos que produzem, a ponto de pequeninas parcelas serem conhecidas há séculos por sua qualidade distinta.

    Somente duas variedades de uva reinam (embora poucas outras minoritárias façam parte de vinhos mais simples): a Chardonnay, para vinhos brancos e a Pinot Noir, para os tintos. Estes, talvez os mais reputados, são delicados, cheios de nuance e de um estilo inconfundível: para muitos, não se deveria falar de Pinot Noir fora da Borgonha! Embora toda a região faça bons vinhos, a “Côte de Nuits”, que toma nome da cidade de Nuits Saint-Georges, é famosa pela produção de tintos, enquanto os brancos mais famosos provêm da “Côte de Beaune”. As duas “Côtes” juntas são conhecidas por “Côte d’Or”, a área mais nobre da Borgonha.

    Segue algumas sugestões dos vinhos elaborados nessa região:

    André Goichot Pinot Noir 2011André Goichot  
    Pinot Noir 2011
    Olivier Leflaive Bourgogne Pinot Noir 2010Olivier Leflaive Bourgogne 
    Pinot Noir 2010
      
    André Goichot Bourgogne Chardonnay 2013André Goichot Bourgogne  
    Chardonnay 2013
    Louis Latour Bourgogne Blanc Cuvé E Latour 2013Louis Latour Bourgogne  
    Blanc Cuvé E Latour 2013
  • Os vinhos rosés são a cara do Brasil

    Nova febre mundial, os vinhos rosés são a cara do Brasil. Leves, frescos e versáteis, são como um par perfeito para as comidas mediterrâneas, à base de azeite, alho, tomate, ervas, legumes e evidentemente, peixes e frutos do mar. Não só para as comidas mediterrâneas, esta dieta tem tudo de primavera, sem mencionar o tom rosado que remete à florada da estação, as temperaturas sobem e o gostinho pelo verão começa a dar as caras. As notas minerais presentes no vinho nos levam em pensamento para a beira de uma piscina ou uma praia paradisíaca.

    Taças Rosés

    Enquanto as férias não chegam, deixe sua imaginação levá-lo e tangencie este sentimento sem pesar nas preocupações.

    Uma boa sugestão é um vinho seco francês, o Miraval Rosé.

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    Provence é famosa por produzir os melhores vinhos rosés do mundo, com evidências de sua origem que nos levam a 600AC! Rótulo emblemático da vinícola, Mirabeau Classic é um Côtes de Provence oriundo de vinhedos costeiros do Sudoeste de Aix-en-Provence. Um rosé vibrante, de cor pálida com aromas generosos de fruta tomam os sentidos imediatamente, encabeçados por notas de morango silvestre, cereja vermelha e framboesa. Elegante e balanceado em boca sem perder a acidez refrescante típica destes vinhos, tem final longo e é perfeito como vinho de meditação, melhor ainda se apreciado junto ao por do sol.

  • Zusslin Na Revue Du Vin De France

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    A edição de junho da La Revue du Vin de France traz os 1.500 melhores vinhos da safra 2014, avaliando cada uma das regiões da França. Segundo a revista, na Alsácia foi o ano da Riesling: “Em uma safra que se caracteriza por uma colheita pequena, a Riesling se distingue com excelentes cuvées”. O Domaine Valentin Zusslin teve três vinhos listados na seleção: Valentin Zusslin Bollenberg (15,5–17), Valentin Zusslin Clos Liebenberg (14–15,5) e Valentin Zusslin Pfingstberg (17,5–19), este último entre os Grands Crus. As safras disponíveis no catálogo da PREM1UM são: Valentin Zusslin Riesling Bollenberg 2013, Valentin Zusslin Riesling Clos Liebenberg 2004 e Valentin Zusslin Riesling Grand Cru Pfingstberg safras 2007, 2008, 2011 e 2013 Magnum, além de outros rótulos dessa vinícola biodinâmica. Na foto, o vinhedo Grand Cru Pfingstberg.

    Agradecimentos: Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

  • Le Dôme Saint-Émilion Grand Cru

    LE DÔME SAINT ÉMILION GRAND CRU 2006

    Na retrospectiva recente de Robert Parker para a safra 2005 de Bordeaux, o Le Dôme Saint-Émilion Grand Cru obteve 98 pontos, a melhor nota da degustação: “Le Dôme mostrou que pode passar no teste do tempo, com um upgrading na sua pontuação anterior (96 pontos na garrafa e 92-94 na barrica)”. A pontuação foi acima daquela de Pétrus, Pontet-Canet, Léoville Las Cases, Lafite e Mouton Rothschild, e a mesma de Latour e Palmer. Produzido pela vinícola de Jonathan Maltus, este vinho tem normalmente cerca de 75% ou mais de Cabernet Franc e o restante de Merlot. Segundo a avaliação, o Le Dôme 2005 apresenta a grande expressão aromática da safra, é super intenso e rico, um superstar, que pode ser guardado pelos próximos 20 anos. Além do Le Dôme 2005, na Wine Brasil você encontra a safra 2006 além de ótimos vinhos desse produtor.

    Agradecimentos: Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

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