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Notícias e Prêmios

  • VOCÊ SABIA QUE VINHO TINTO REDUZ O RISCO DE CÂNCER DE PRÓSTATA?

    Novembro chegou e com ele o mês da prevenção e conscientização do câncer de próstata!
    Segundo pesquisas realizadas pelo Centro de Pesquisa de Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, foi investigado a relação do consumo de álcool com o câncer de próstata e descobriram que homens que tomam vinho têm menos chance de desenvolver a doença.

    A pesquisa analisou os hábitos de 1.456 homens entre 40 e 64 anos de idade e os fatores que podiam influenciar o desenvolvimento da doença. Após as análises, descobriram uma perceptível diferença no risco de desenvolver a doença de acordo com o tipo de bebida alcoólica ingerida - homens que são consumidores assíduos de cerveja registraram um risco maior, enquanto os que beberam vinho, preferencialmente tinto, tinham menores chances de ter a doença.

    Não foi possível especificar o porquê, mas acreditam que o efeito seja por conta dos flavonóides e do resveratrol, antioxidantes presentes em maior quantidade nos tintos que diminuem a atividade dos genes das células que podem causar o câncer.

    Com moderação, o vinho só traz o bem em diversas situações. E você? Já tomou sua tacinha hoje?

  • Novidades da Suíça

    Brasil é o primeiro país na América Latina a receber vinho branco suíço.

    chasselas-suica Vinicola Chateau de Crans, na Suíça, cuja produção de vinho branco é feita a partir da uva Chasselas

    O Brasil será o primeiro país da América Latina a importar o vinho branco suíço, feito a partir da uva Chasselas, exclusivo do país europeu.

    A Suíça tem produção pequena e consumo alto. Por isso, o vinho é pouco exportado. Para efeito de comparação, o país tem 15 mil hectares de vinícolas, ante mais de 1 milhão da Espanha e 800 mil da França. Metade da área do cultivo é voltada para o vinho branco Chasselas.

    Antes do Brasil, alguns poucos exemplares foram distribuídos para Londres, Nova York e Tóquio, onde são comercializados em restaurantes especializados.

    Será o mesmo destino inicial dos produtos enviados para cá. Eles serão degustados primeiro no Rio, na Casa Suíça, na Olimpíada. Depois, em eventos em São Paulo.

    "Não procuramos mercados de massa, até porque a exportação não é suficiente", diz a brasileira Luciana Mota, da Associação de Viticultores da Costa do Lago Leman.

    O vinho Chasselas é mais suave. De acordo com Daniella Romano, que organiza a apresentação no Brasil, ele tem potencial para atrair apreciadores no verão.

    Veja a matéria completa na  Folha de São Paulo

    Fonte de publicação:

    ITALO NOGUEIRA

    Folha de São Paulo

  • Hunter’s Pinot Noir Na Wine Spectator

    Na edição de outubro dessa publicação, o Hunter’s Pinot Noir 2013, produzido em Marlborough, Nova Zelândia, recebeu 90 pontos. Trata-se de um Pinot Noir muito típico, com frutado vibrante e puro, taninos muito elegantes, e com o frescor típico do país. Esse vinho está entre os favoritos dos nossos clientes em todo o Brasil, pelo alto padrão de qualidade mantido no decorrer dos 16 anos em que faz parte do portfólio da Wine Brasil.

    A Hunter’s Wines pertence a Jane Hunter OBE, a mais premiada mulher da indústria do vinho da Nova Zelândia, por ter atraído atenção internacional para a região de Marlborough. Essa vinícola familiar comprova que a região de Marlborough é capaz de excelência em estilos que vão além de Sauvignon Blanc. Produz ótimos espumantes elaborados pelo método tradicional, um Riesling complexo e um Chardonnay sutil, além do multifacetado Sauvignon Blanc (outro best-seller) e do Pinot Noir.

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    Agradecimentos:

    Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

  • Château Margaux

    Château Margaux dispensa apresentações. É um dos poucos casos onde o Château dá nome à comuna e também à apelação, sendo o único Premier Grand Cru Classe da região. Entender, interpretar seu terroir é sempre um desafio e por vezes incompleto. Seu atual Diretor desde 1983, Paul Pontallier, costuma dizer que este é um dos poucos vinhos que reúne elegância e potência ao mesmo tempo. A elegância, a delicadeza, a maciez, são encantadores. Contudo, de modo sutil, a potência, a estrutura tânica e o fresco, praticamente escondidos pela elegância é que permite que este grande tinto possa desenvolver-se e amadurecer por 20, 30, 40, 50 anos, ou mais. Em resumo, é como o bailarino segurando com mão de ferro sua companheira e ao mesmo tempo, ainda consegue transmitir leveza e graça à cena.

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    Além do Grand Vin, Château Margaux elabora seu segundo vinho com muito critério chamado Pavillon Rouge du Margaux. Evidentemente menos estruturado, pode envelhecer por pelo menos dez anos nas boas safras. É elaborado desde 1908.

    Outra curiosidade é seu branco denominado Pavillon Blanc du Margaux. 100% Sauvignon Blanc, este vinho já tem tradição no Médoc, embora seja terra quase absoluta de grandes tintos. Ele apareceu ao mercado em 1920, sendo doze hectares de vinhas plantadas num setor do Château onde a incidência de geadas é grande. Um risco maior para as uvas tintas de longa maturação.

    Veja o que a Wine Brasil oferece em nosso site:

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  • Os Vinhos da Borgonha!

    Os vinhos da Borgonha são elegantes e essa região é o berço das uvas Pinot Noir e Chardonnay.

    A Borgonha é o verdadeiro Eldorado do vinho para inúmeros apreciadores ao redor do mundo. Graças ao trabalho secular de monges e abades, a região teve seus vinhedos cuidadosamente delineados de acordo com a qualidade dos vinhos que produzem, a ponto de pequeninas parcelas serem conhecidas há séculos por sua qualidade distinta.

    Somente duas variedades de uva reinam (embora poucas outras minoritárias façam parte de vinhos mais simples): a Chardonnay, para vinhos brancos e a Pinot Noir, para os tintos. Estes, talvez os mais reputados, são delicados, cheios de nuance e de um estilo inconfundível: para muitos, não se deveria falar de Pinot Noir fora da Borgonha! Embora toda a região faça bons vinhos, a “Côte de Nuits”, que toma nome da cidade de Nuits Saint-Georges, é famosa pela produção de tintos, enquanto os brancos mais famosos provêm da “Côte de Beaune”. As duas “Côtes” juntas são conhecidas por “Côte d’Or”, a área mais nobre da Borgonha.

    Segue algumas sugestões dos vinhos elaborados nessa região:

    André Goichot Pinot Noir 2011André Goichot  
    Pinot Noir 2011
    Olivier Leflaive Bourgogne Pinot Noir 2010Olivier Leflaive Bourgogne 
    Pinot Noir 2010
      
    André Goichot Bourgogne Chardonnay 2013André Goichot Bourgogne  
    Chardonnay 2013
    Louis Latour Bourgogne Blanc Cuvé E Latour 2013Louis Latour Bourgogne  
    Blanc Cuvé E Latour 2013
  • Zusslin Na Revue Du Vin De France

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    A edição de junho da La Revue du Vin de France traz os 1.500 melhores vinhos da safra 2014, avaliando cada uma das regiões da França. Segundo a revista, na Alsácia foi o ano da Riesling: “Em uma safra que se caracteriza por uma colheita pequena, a Riesling se distingue com excelentes cuvées”. O Domaine Valentin Zusslin teve três vinhos listados na seleção: Valentin Zusslin Bollenberg (15,5–17), Valentin Zusslin Clos Liebenberg (14–15,5) e Valentin Zusslin Pfingstberg (17,5–19), este último entre os Grands Crus. As safras disponíveis no catálogo da PREM1UM são: Valentin Zusslin Riesling Bollenberg 2013, Valentin Zusslin Riesling Clos Liebenberg 2004 e Valentin Zusslin Riesling Grand Cru Pfingstberg safras 2007, 2008, 2011 e 2013 Magnum, além de outros rótulos dessa vinícola biodinâmica. Na foto, o vinhedo Grand Cru Pfingstberg.

    Agradecimentos: Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

  • Le Dôme Saint-Émilion Grand Cru

    LE DÔME SAINT ÉMILION GRAND CRU 2006

    Na retrospectiva recente de Robert Parker para a safra 2005 de Bordeaux, o Le Dôme Saint-Émilion Grand Cru obteve 98 pontos, a melhor nota da degustação: “Le Dôme mostrou que pode passar no teste do tempo, com um upgrading na sua pontuação anterior (96 pontos na garrafa e 92-94 na barrica)”. A pontuação foi acima daquela de Pétrus, Pontet-Canet, Léoville Las Cases, Lafite e Mouton Rothschild, e a mesma de Latour e Palmer. Produzido pela vinícola de Jonathan Maltus, este vinho tem normalmente cerca de 75% ou mais de Cabernet Franc e o restante de Merlot. Segundo a avaliação, o Le Dôme 2005 apresenta a grande expressão aromática da safra, é super intenso e rico, um superstar, que pode ser guardado pelos próximos 20 anos. Além do Le Dôme 2005, na Wine Brasil você encontra a safra 2006 além de ótimos vinhos desse produtor.

    Agradecimentos: Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

  • Brovia é Destaque na revista Gosto

     

    Brovia

    Brovia

    A edição de junho da revista Gosto traz uma matéria sobre a Barbera, uva tinta da região do Piemonte que produz vinhos gastronômicos por excelência. Entre os 27 vinhos avaliados em degustação às cegas, numa faixa de preços de cerca de R$ 90 a R$ 450, o Brovia Sorì del Drago Barbera d’Alba 2012 obteve 91 pontos e ocupou o segundo lugar no painel: “Muito bonito, redondo, macio, fruta madura em vagas, sedoso e sem asperezas. Boa complexidade entremeada, souis bois, equilibrado, num estilo elegante e mais polido.” O Socré Barbera d’Asti 2013 recebeu 90 pontos: “... rico e cheio, frutado maduro e copioso, macio e sedoso, encantador, com ótima tipicidade”.

  • Vinhos Verdes Premiados

     

    Vinhos Verdes Premiados

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    Dois Vinhos Verdes importados pela PREM1UM receberam a classificação mais alta na lista “Melhores Verdes 2015” da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes: Quinta de Linhares Arinto 2014 e Dona Paterna Alvarinho 2014. A Quinta de Linhares teve outros vinhos premiados: Quinta de Linhares Loureiro 2014 conquistou ouro (em 12 selecionados nessa classificação), enquanto Quinta de Linhares Avesso 2014 e Quinta de Linhares Azal 2014 obtiveram prata (em 13 selecionados). Em 2014, o Quinta de Linhares Avesso 2013 conquistou um dos cinco “Best Of Vinhos Verdes”. Frescos e agradáveis, esses vinhos são ótimos para acompanhar aperitivos e pratos à base de peixes e frutos do mar.

  • Cabernet Franc Argentino

    Cabernet Franc Argentino

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    Acaba de chegar ao Brasil o Cabernet Franc da Fabre Montmayou, uva que tem se destacado na Argentina. Na edição da Decanter World Wine Awards 2014, o Fabre Montmayou Reserva Cabernet Franc 2013 levou o troféu de “Melhor variedade bordalesa tinta na Argentina abaixo de 15 libras”. Na ocasião, o produtor Hervé Joyaux Fabre declarou que essa uva o tem fascinado, devido ao seu potencial e aos desafios: “Ela não atinge boa maturação em qualquer parte da Argentina, e nem dá os mesmos resultados em diferentes partes de Mendoza”. A revista completa que o segredo do sucesso da Fabre Montmayou com essa variedade está na localização e nos baixos rendimentos nos vinhedos.

  • Melhor Crémant da França

     

    Melhor Crémant da França

    La Revue du Vin de France de abril 2015 pontuou o Crémant Clos Liebenberg, do Domaine Valentin Zusslin, com nota 16,5 (máxima de 20), a mais alta entre todos os crémants da França, numa degustação que incluiu regiões como Alsácia, Loire, Borgonha e Limoux. Caroline Furstoss, autora do artigo, assim o descreveu: “Ainda muito jovem, este crémant produzido com 90% Auxerrois e 10% Riesling tem um potencial muito bom. Boca muito precisa, com borbulhas de uma finesse rara e ótima maturação das uvas; é um Brut Zero, sem adição de enxofre. Produtor biodinâmico”.

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