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Blog - Wine Brasil

  • Vinícola Anakena

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    História

    No final de 1990, Felipe Ibáñez e Jorge Gutiérrez, amigos de infância, fundaram a vinícola Anakena no Alto Cachapoal, no pé da Cordilheira dos Andes, com o objetivo de elaborar elegantes, inovadores, e distintamente vinhos do novo mundo que refletiam sua origem e potencial do Chile como um produtor de classe mundial de vinhos finos.

    Convencidos de que a alta qualidade era sinônimo de distinção, visitaram regiões vinícolas mais famosas do mundo para aprender as últimas técnicas de viticultura e enologia e trazer para o Chile, juntamente com tecnologia de ponta para a elaboração de vinhos finos. Em 1999, plantaram sua primeira vinha em Alto Cachapoal e construíram a vinícola Anakena.

    Hoje, a Vinícola Anakena possui 145 hectares no Alto Cachapoal, 125 hectares em Leyda, 44 hectares no Vale do Cachapoal mais próximo da costa e 44 hectares plantados em Peumo. Hoje os  vinhos Anakena são consumidos em mais de 50 países ao redor do mundo e são constantemente reconhecidos pelos críticos de vinhos internacionais mais exigentes.

    Filosofia

    Na vinícola Anakena, a qualidade dos vinhos é mais do que um objetivo, é um valor fundamental. O trabalho é orientado pela busca da excelência e alcançar a maior qualidade possível. O estilo único na elaboração de vinhos finos permite oferecer especial distinção para satisfazer os consumidores mais exigentes. Os vinhos refletem as origens nos próprios vinhedos, localizados nos melhores terroirs do Chile, bem como a experiência e visão da equipa de viticultura e enologia.

    Veja alguns vinhos de seu portfólio clicando aqui !

    Postado por: André Piccioli (Sommelier)

  • Hunter’s Pinot Noir Na Wine Spectator

    Na edição de outubro dessa publicação, o Hunter’s Pinot Noir 2013, produzido em Marlborough, Nova Zelândia, recebeu 90 pontos. Trata-se de um Pinot Noir muito típico, com frutado vibrante e puro, taninos muito elegantes, e com o frescor típico do país. Esse vinho está entre os favoritos dos nossos clientes em todo o Brasil, pelo alto padrão de qualidade mantido no decorrer dos 16 anos em que faz parte do portfólio da Wine Brasil.

    A Hunter’s Wines pertence a Jane Hunter OBE, a mais premiada mulher da indústria do vinho da Nova Zelândia, por ter atraído atenção internacional para a região de Marlborough. Essa vinícola familiar comprova que a região de Marlborough é capaz de excelência em estilos que vão além de Sauvignon Blanc. Produz ótimos espumantes elaborados pelo método tradicional, um Riesling complexo e um Chardonnay sutil, além do multifacetado Sauvignon Blanc (outro best-seller) e do Pinot Noir.

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    Agradecimentos:

    Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

  • Château Margaux

    Château Margaux dispensa apresentações. É um dos poucos casos onde o Château dá nome à comuna e também à apelação, sendo o único Premier Grand Cru Classe da região. Entender, interpretar seu terroir é sempre um desafio e por vezes incompleto. Seu atual Diretor desde 1983, Paul Pontallier, costuma dizer que este é um dos poucos vinhos que reúne elegância e potência ao mesmo tempo. A elegância, a delicadeza, a maciez, são encantadores. Contudo, de modo sutil, a potência, a estrutura tânica e o fresco, praticamente escondidos pela elegância é que permite que este grande tinto possa desenvolver-se e amadurecer por 20, 30, 40, 50 anos, ou mais. Em resumo, é como o bailarino segurando com mão de ferro sua companheira e ao mesmo tempo, ainda consegue transmitir leveza e graça à cena.

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    Além do Grand Vin, Château Margaux elabora seu segundo vinho com muito critério chamado Pavillon Rouge du Margaux. Evidentemente menos estruturado, pode envelhecer por pelo menos dez anos nas boas safras. É elaborado desde 1908.

    Outra curiosidade é seu branco denominado Pavillon Blanc du Margaux. 100% Sauvignon Blanc, este vinho já tem tradição no Médoc, embora seja terra quase absoluta de grandes tintos. Ele apareceu ao mercado em 1920, sendo doze hectares de vinhas plantadas num setor do Château onde a incidência de geadas é grande. Um risco maior para as uvas tintas de longa maturação.

    Veja o que a Wine Brasil oferece em nosso site:

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  • Os Vinhos da Borgonha!

    Os vinhos da Borgonha são elegantes e essa região é o berço das uvas Pinot Noir e Chardonnay.

    A Borgonha é o verdadeiro Eldorado do vinho para inúmeros apreciadores ao redor do mundo. Graças ao trabalho secular de monges e abades, a região teve seus vinhedos cuidadosamente delineados de acordo com a qualidade dos vinhos que produzem, a ponto de pequeninas parcelas serem conhecidas há séculos por sua qualidade distinta.

    Somente duas variedades de uva reinam (embora poucas outras minoritárias façam parte de vinhos mais simples): a Chardonnay, para vinhos brancos e a Pinot Noir, para os tintos. Estes, talvez os mais reputados, são delicados, cheios de nuance e de um estilo inconfundível: para muitos, não se deveria falar de Pinot Noir fora da Borgonha! Embora toda a região faça bons vinhos, a “Côte de Nuits”, que toma nome da cidade de Nuits Saint-Georges, é famosa pela produção de tintos, enquanto os brancos mais famosos provêm da “Côte de Beaune”. As duas “Côtes” juntas são conhecidas por “Côte d’Or”, a área mais nobre da Borgonha.

    Segue algumas sugestões dos vinhos elaborados nessa região:

    André Goichot Pinot Noir 2011André Goichot  
    Pinot Noir 2011
    Olivier Leflaive Bourgogne Pinot Noir 2010Olivier Leflaive Bourgogne 
    Pinot Noir 2010
      
    André Goichot Bourgogne Chardonnay 2013André Goichot Bourgogne  
    Chardonnay 2013
    Louis Latour Bourgogne Blanc Cuvé E Latour 2013Louis Latour Bourgogne  
    Blanc Cuvé E Latour 2013
  • Os vinhos rosés são a cara do Brasil

    Nova febre mundial, os vinhos rosés são a cara do Brasil. Leves, frescos e versáteis, são como um par perfeito para as comidas mediterrâneas, à base de azeite, alho, tomate, ervas, legumes e evidentemente, peixes e frutos do mar. Não só para as comidas mediterrâneas, esta dieta tem tudo de primavera, sem mencionar o tom rosado que remete à florada da estação, as temperaturas sobem e o gostinho pelo verão começa a dar as caras. As notas minerais presentes no vinho nos levam em pensamento para a beira de uma piscina ou uma praia paradisíaca.

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    Enquanto as férias não chegam, deixe sua imaginação levá-lo e tangencie este sentimento sem pesar nas preocupações.

    Uma boa sugestão é um vinho seco francês, o Miraval Rosé.

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    Provence é famosa por produzir os melhores vinhos rosés do mundo, com evidências de sua origem que nos levam a 600AC! Rótulo emblemático da vinícola, Mirabeau Classic é um Côtes de Provence oriundo de vinhedos costeiros do Sudoeste de Aix-en-Provence. Um rosé vibrante, de cor pálida com aromas generosos de fruta tomam os sentidos imediatamente, encabeçados por notas de morango silvestre, cereja vermelha e framboesa. Elegante e balanceado em boca sem perder a acidez refrescante típica destes vinhos, tem final longo e é perfeito como vinho de meditação, melhor ainda se apreciado junto ao por do sol.

  • Zusslin Na Revue Du Vin De France

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    A edição de junho da La Revue du Vin de France traz os 1.500 melhores vinhos da safra 2014, avaliando cada uma das regiões da França. Segundo a revista, na Alsácia foi o ano da Riesling: “Em uma safra que se caracteriza por uma colheita pequena, a Riesling se distingue com excelentes cuvées”. O Domaine Valentin Zusslin teve três vinhos listados na seleção: Valentin Zusslin Bollenberg (15,5–17), Valentin Zusslin Clos Liebenberg (14–15,5) e Valentin Zusslin Pfingstberg (17,5–19), este último entre os Grands Crus. As safras disponíveis no catálogo da PREM1UM são: Valentin Zusslin Riesling Bollenberg 2013, Valentin Zusslin Riesling Clos Liebenberg 2004 e Valentin Zusslin Riesling Grand Cru Pfingstberg safras 2007, 2008, 2011 e 2013 Magnum, além de outros rótulos dessa vinícola biodinâmica. Na foto, o vinhedo Grand Cru Pfingstberg.

    Agradecimentos: Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

  • Le Dôme Saint-Émilion Grand Cru

    LE DÔME SAINT ÉMILION GRAND CRU 2006

    Na retrospectiva recente de Robert Parker para a safra 2005 de Bordeaux, o Le Dôme Saint-Émilion Grand Cru obteve 98 pontos, a melhor nota da degustação: “Le Dôme mostrou que pode passar no teste do tempo, com um upgrading na sua pontuação anterior (96 pontos na garrafa e 92-94 na barrica)”. A pontuação foi acima daquela de Pétrus, Pontet-Canet, Léoville Las Cases, Lafite e Mouton Rothschild, e a mesma de Latour e Palmer. Produzido pela vinícola de Jonathan Maltus, este vinho tem normalmente cerca de 75% ou mais de Cabernet Franc e o restante de Merlot. Segundo a avaliação, o Le Dôme 2005 apresenta a grande expressão aromática da safra, é super intenso e rico, um superstar, que pode ser guardado pelos próximos 20 anos. Além do Le Dôme 2005, na Wine Brasil você encontra a safra 2006 além de ótimos vinhos desse produtor.

    Agradecimentos: Rodrigo Fonseca & Orlando Rodrigues

  • Azeite e sua utilização

     

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    Vamos falar um pouco sobre o Azeite - O azeite obtido por processos mecânicos contém substâncias antioxidantes e o seu consumo é tão importante quanto o vinho para uma boa saúde. Nas regiões do mar mediterrânico, muitas pessoas ultrapassam os 90 anos com uma vida normal e independente, na maior parte das suas vidas, o vinho e o azeite puro fizeram parte da alimentação diária das populações dessas regiões.

     

    A azeitona ou oliva, o fruto da oliveira, é de onde se extraí o azeite, e para isso são necessários apenas os seguintes processos mecânicos: colher a azeitona, lavar, moer, bater (separar os sólidos dos líquidos), centrifugar (separar a água do azeite) e filtrar.

     

    Para produzir 1 litro de azeite, usando apenas processos mecânicos, são necessários 6 Kg de azeitona se formos comparar com a produção de vinho, basta 1kg de uva para fazer uma garrafa de vinho de 750 ml, o rendimento da uva é bem superior ao da azeitona.

     

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    Hoje em dia as prensas não são mais usadas, pois não atendem as normas de higiene atuais.

    Geralmente, a oliveira e a vinha são plantadas nas mesmas regiões, ou seja, se adaptam aos mesmos solos e climas. As vinhas geralmente tem produções economicamente rentáveis entre os 3 e 30 anos. Os olivais entre os 8 e 90 anos.
    O mercado atual de azeite é igual ao mercado do vinho há 30 anos atrás. Este mercado é dominado pelos comerciantes e não pelos produtores de azeite. Muitos comerciantes não têm sequer uma oliveira ou um lagar. Apenas compram e misturam diferentes lotes de azeite para comercializá-los. No entanto, existe uma tendência para os produtores de vinho lançarem também as suas marcas de azeite, por exemplo: Adega de Borba, Cortes de Cima, Fundação Eugénio de Almeida, Mouchão, Quinta da Alorna, Quinta do Noval, Quinta do Passadouro e Pintas & Guru, que já têm os seus azeites comercializados no Brasil.

     

    Infelizmente o azeite “aceita” muito mais intervenções químicas do que o vinho. Com a utilização de aditivos químicos é possível extrair óleo do bagaço da azeitona, baixar a acidez de um azeite ou modificar seu aroma.
    O controle de qualidade do azeite na Europa é menos exigente do que o do vinho. Além disso, atualmente as leis brasileiras não permitem que se importe vinho e se engarrafe no Brasil, mas autorizam a importação de azeite em bombonas e o seu engarrafamento no Brasil.

    O azeite é classificado em 3 categorias:

    - Azeite de oliva extra virgem - Obtido apenas por processos mecânicos e com acidez até 0,8%. Na Europa é o mais utilizado para temperar saladas e pratos na mesa. Este azeite é muito benéfico para a saúde.

    - Azeite de oliva virgem - Também é obtido apenas por processos mecânicos, mas tem uma acidez mais alta, entre 0,8% e 2,0%. Na Europa é o preferido dos chefs e das donas de casa para elaboração de seus pratos na cozinha. Os aromas e o paladar dos Azeites de Oliva Virgem são mais acentuados que os dos Azeites de Oliva Extra Virgem. Este azeite é muito benéfico para a saúde.

    - Azeite de oliva - São azeites refinados. Na sua produção são utilizados processos e aditivos químicos. Este azeite é pouco benéfico para a saúde. Se o consumidor quiser economizar, sugerimos comprar óleo de milho ou de soja que são muito mais baratos que os azeites refinados.

     

    Teste doméstico para verificar a pureza do azeite

     

    Se deixar uma garrafa por 48 horas de óleo de milho, óleo de soja ou azeite refinado na porta da geladeira, ele continuará líquido. Se colocar uma garrafa de azeite puro obtido apenas por processos mecânicos (azeite de oliva virgem ou azeite de oliva extra virgem) na porta da geladeira, ele se tornará esbranquiçado e gelatinoso, ou seja, ele “talha”. Se uma parte do conteúdo da garrafa ficar gelatinosa e outra líquida, trata-se de um azeite com mistura de óleos ou azeite refinado.

     

    Não é necessário aumentar os seus investimentos em azeite. Reduza a metade o seu consumo atual de azeite, mas utilize somente azeite puro, obtido apenas por processos mecânicos e de procedência confiável e segura. Dê preferência aos azeites sem intermediários, ou seja, aos azeites feitos e comercializados diretamente pelos próprios produtores. Muitos produtores de azeite são produtores de vinho. Compre marcas de azeite que também sejam marcas de vinho.

  • Brovia é Destaque na revista Gosto

     

    Brovia

    Brovia

    A edição de junho da revista Gosto traz uma matéria sobre a Barbera, uva tinta da região do Piemonte que produz vinhos gastronômicos por excelência. Entre os 27 vinhos avaliados em degustação às cegas, numa faixa de preços de cerca de R$ 90 a R$ 450, o Brovia Sorì del Drago Barbera d’Alba 2012 obteve 91 pontos e ocupou o segundo lugar no painel: “Muito bonito, redondo, macio, fruta madura em vagas, sedoso e sem asperezas. Boa complexidade entremeada, souis bois, equilibrado, num estilo elegante e mais polido.” O Socré Barbera d’Asti 2013 recebeu 90 pontos: “... rico e cheio, frutado maduro e copioso, macio e sedoso, encantador, com ótima tipicidade”.

  • Vinhos Verdes Premiados

     

    Vinhos Verdes Premiados

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    Dois Vinhos Verdes importados pela PREM1UM receberam a classificação mais alta na lista “Melhores Verdes 2015” da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes: Quinta de Linhares Arinto 2014 e Dona Paterna Alvarinho 2014. A Quinta de Linhares teve outros vinhos premiados: Quinta de Linhares Loureiro 2014 conquistou ouro (em 12 selecionados nessa classificação), enquanto Quinta de Linhares Avesso 2014 e Quinta de Linhares Azal 2014 obtiveram prata (em 13 selecionados). Em 2014, o Quinta de Linhares Avesso 2013 conquistou um dos cinco “Best Of Vinhos Verdes”. Frescos e agradáveis, esses vinhos são ótimos para acompanhar aperitivos e pratos à base de peixes e frutos do mar.

  • Cabernet Franc Argentino

    Cabernet Franc Argentino

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    Acaba de chegar ao Brasil o Cabernet Franc da Fabre Montmayou, uva que tem se destacado na Argentina. Na edição da Decanter World Wine Awards 2014, o Fabre Montmayou Reserva Cabernet Franc 2013 levou o troféu de “Melhor variedade bordalesa tinta na Argentina abaixo de 15 libras”. Na ocasião, o produtor Hervé Joyaux Fabre declarou que essa uva o tem fascinado, devido ao seu potencial e aos desafios: “Ela não atinge boa maturação em qualquer parte da Argentina, e nem dá os mesmos resultados em diferentes partes de Mendoza”. A revista completa que o segredo do sucesso da Fabre Montmayou com essa variedade está na localização e nos baixos rendimentos nos vinhedos.

  • Produtor Quinta do Infantado

    Quinta do Infantado

    A Vinícola

    Localizada à margem direita do Douro, essa propriedade foi adquirida há mais de um século pelos avós dos atuais proprietários, a família Roseira. A Quinta do Infantado foi pioneira na venda de Portos engarrafados na propriedade – vinhos do Porto de Quinta – deixando de vender a empresas de Vila Nova de Gaia. Esse importante passo conduziu ao fim do monopólio das empresas de Gaia no engarrafamento e comercialização do vinho do Porto, em 1986. A vinícola, que pratica a agricultura orgânica e sustentável, se destaca tanto no mercado português como na Europa e em outros países, com seus vários estilos de Porto, marcados pela elegância, equilíbrio e menor teor de açúcar, mesmo nos vinhos mais básicos. A área de vinhedos soma 46 ha, todos classe A, com vinhas de 5 a 80 anos de idade.

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    Quinta do Infantado foi fundada em 1816.

    A Empresa

    Em 1979, em iniciativa pioneira, a Quinta do Infantado iniciou a venda dos primeiros Portos engarrafados no Douro, na propriedade – vinhos do Porto de Quinta – deixando de vender a empresas de Vila Nova de Gaia. Até então, os vinhos de pequenos produtores eram em sua totalidade vendidos aos grandes ‘shippers’. Este novo passo na longa história da Quinta do Infantado representou o fim do monopólio das empresas de Gaia no engarrafamento e comercialização do Vinho do Porto e o estímulo a outros pequenos produtores de fazer o mesmo, o que culminou com a permissão, em 1986, para se exportar Porto a partir do Douro, pondo fim a regulamentações anacrônicas. A família Roseira continua engajada na defesa do Douro e das suas virtudes, pregando e praticando uma agricultura racional, orgânica e sustentável. A vinícola se destaca entre os vitivinicultores-engarrafadores de Porto, tanto no mercado português como na Europa e em outros países, com seus vários estilos de Porto, todos elaborados com uvas próprios de vinhedos classe A.

    Vinhedos

    Propriedade com longa história, localizada numa área já referenciada nas demarcações pombalinas (Covas do Douro), com instalações de produção situadas em um armazém de 1816, que pertenceu ao Infante D. Pedro IV (nosso D. Pedro I), usado pelos seus emissários no recolhimento de impostos na região. Situada no coração da Região Demarcada do Douro, na margem direita do rio, junto ao Pinhão, foi adquirida há mais de um século pelos avós dos atuais proprietários, a família Roseira. A área de vinhedos hoje soma 46 hectares, todos classe A, com vinhas de 5 e 80 anos de idade.

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    Produção

    Entre as características marcantes dos vinhos, estão a riqueza de sabores, a concentração acima da média, mesmo nos vinhos básicos. Até 2009 os vinhos eram elaborados exclusivamente com pisa a pé, hoje substituída por robôs. O Tawny 10 anos tem muita concentração e sutilezas, enquanto o Reserva Dona Margarida é um Tawny com aproximadamente 6 anos. Entre os datados, o LBV não é filtrado e envelhece bem em garrafa, mas pode ser bebido após quatro anos de envelhecimento. Os Vintages são pequenas joias de extrema elegância.

    Vinho do Porto

    O vinho do Porto é um vinho generoso produzido exclusivamente na região demarcada do Douro, envelhecido no entreposto de Gaia e exportado da cidade do Porto, que lhe dá o nome. É obtido a partir de uvas tintas ou brancas, cuja fermentação é interrompida com a adição de aguardente vínica, sendo depois transportado para armazéns de Gaia, onde fica a envelhecer.

    O vinho do Porto pode ter uma graduação alcoólica entre os 18º e os 22º. Este vinho deve as suas inconfundíveis características (sabor, aroma e corpo) às peculiares condições agro-climatéricas da região demarcada do Douro.

    Vinho Tinto - Vinhas velhas!

    Uma compra feliz, para um momento feliz. Este vinho correspondeu e superou as expectativas. Apresenta uma cor retinta, opaca, muito concentrado e com lágrima de aspecto persistente. Bordos com ligeiros violetas escuros. Aromas com muita fruta madura, já compota, ameixa preta, cereja, perfil licoroso, com boa madeira, bom trabalho na madeira, algumas notas de cacau em fundo. Na boca revela-se ainda jovem, em crescimento, mas já com boa estrutura, já com maciez e corpulência. Muita fruta e muita força. Um final com boa extensão e a provocar alguma gulodice.

  • Melhor Crémant da França

     

    Melhor Crémant da França

    La Revue du Vin de France de abril 2015 pontuou o Crémant Clos Liebenberg, do Domaine Valentin Zusslin, com nota 16,5 (máxima de 20), a mais alta entre todos os crémants da França, numa degustação que incluiu regiões como Alsácia, Loire, Borgonha e Limoux. Caroline Furstoss, autora do artigo, assim o descreveu: “Ainda muito jovem, este crémant produzido com 90% Auxerrois e 10% Riesling tem um potencial muito bom. Boca muito precisa, com borbulhas de uma finesse rara e ótima maturação das uvas; é um Brut Zero, sem adição de enxofre. Produtor biodinâmico”.

  • Produtor Domaine Valentin Zusslin Et Fils

     

    Domaine Valentin Zusslin Et Fils

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     A Vinícola

    Fundado em 1691 por Jodocus Cisle (antigo nome da vinícola), o Domaine Valentin Zusslin está hoje na 13ª geração da família de viticultores e reúne duas gerações da família Zusslin. Os irmãos Marie e Jean Paul Zusslin estão no comando da empresa desde o ano 2000. Os vinhedos estão localizados ao redor de Orschwihr, ao sul de Colmar, em três locais excepcionais: Bollenberg, Clos Liebenberg e o Grand Cru Pfingstberg. Em 1997, os vinhedos foram convertidos para o cultivo biodinâmico, e em 2000 seus vinhos receberam o certificado biodinâmico oficial. Tradição, ótimos vinhedos, respeito à natureza e incorporação de novas técnicas têm proporcionado uma qualidade consistentemente crescente nos últimos anos. São vinhos expressivos e com ótimo potencial de guarda.

     

    Vinhedos

    São 14,5 hectares distribuídos nas encostas de Bollenberg, Clos Liebenberg e o Grand Cru Pfingstberg. Nos solos argilo-calcários e argilo-calcário-rochosos estão plantadas as variedades alsacianas. Desde 1997 o Domaine é conduzido na totalidade seguindo os princípios da cultura biodinâmica e os vinhedos são trabalhados essencialmente à mão. Essas práticas permitem produzir frutos sãos e de ótima qualidade, o que é fundamental para produzir vinhos com alta expressão.

     

    Produção

    A colheita é feita manualmente em caixas pequenas de até 20 kg, com diversas passagens pelo vinhedo. Depois, são transportadas até a adega onde é feita a seleção manual na mesa de triagem (se necessário). As uvas são esmagadas por prensa pneumática de forma lenta e suave por cerca de 12 horas. O mosto de excelente qualidade assim obtido é trasfegado por gravidade. A fermentação alcoólica é feita com leveduras naturais. Os vinhos permanecem sobre borras finas, em tonéis de carvalho novos ou usados ou em tanques de aço inox, por até 1 ano e meio. Os tonéis permitem uma fermentação mais regular e harmoniosa, graças à uma oxigenação lenta, uma boa isolação térmica e ao seu formato. Não é feita nenhuma intervenção durante o processo natural de fermentação e elaboração dos vinhos: nenhum produto sintético nem tratamento é usado no vinho, somente o uso de SO2, em quantidades mínimas, para conservação. Os vinhos são engarrafados após 12 a 18 meses.

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