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Produtores de Vinhos

  • Vinhos Orgânicos

    Todos nós sabemos que alimentos orgânicos são cultivados sem defensivos, adubos químicos e outros. E os biodinâmicos, como são cultivados? A agricultura biodinâmica vai além do orgânico. Baseado nos princípios da filosofia antroposófica, criada pelo cientista e filósofo austríaco Rudolf Steiner, deve-se utilizar recursos naturais para atingir o principal objetivo de manter o equilíbrio no meio ambiente e de todos os seres daquele habitat, considerando todos os aspectos ecológicos, sociais e econômicos, através de uma observação criteriosa e abrangente do sistema agrícola com tratamento dos fatores que influenciam a terra e todos em seu entorno. É uma filosofia de sustentabilidade, onde não se aplica herbicidas e pesticidas químicos, mas sim naturais, com infusão de plantas medicinais, que serão pulverizados em doses homeopáticas. Utiliza-se também outros animais e plantas que ajudam no controle natural de pragas. Além disso, o plantio, podas e colheita acontecem de acordo com a fase da lua. Acredita-se que se a lua tem uma influência direta nas marés e que também irá influenciar no crescimento das plantas e seus frutos. A utilização de máquinas é bastante reduzida, substituindo tratores por cavalos para arar a terra e a colheita acontece de forma manual. Tudo muito artesanal!
    A utilização dessa cultura sustentável, resulta em uma resposta generosa da natureza!
    Apresentamos um exemplo de produtor biodinâmico: Filipa Pato de Portugal.
    Filipa Pato é graduada pela Universidade de Coimbra em engenharia química e enologia em Bordeaux, França. Com estágios na Argentina, Austrália e França, hoje Filipa Pato lidera o projeto de vinhos autênticos sem maquiagem. Através do conceito que o vinho é uma questão de origem, a enóloga utiliza técnicas biodinâmicas e procura resultados onde seus vinhos possam demonstrar a forte identidade com o local onde são produzidas as uvas, com um refinamento que atrai o consumidor internacional. “Não quero ter um vinho que se confunda com outro do Novo Mundo, por exemplo”, diz Filipa. Hoje o vinho feito por enólogas está na moda em Portugal, num universo que até pouco tempo era dominado por homens. A qualidade está quase sempre acima da média, e o reconhecimento, pelo menos para Filipa veio rápido, com suas maravilhas da Bairrada.

    Conheça alguns exemplares do trabalho desse grande produtor português:

    Filipa Pato

    Espumante Rosé 3B Brut Bical e Arinto 2015 Baga 2015 Post-Quercus Baga 2015
    Espumante Rosé 3B Filipa Pato Brut Filipa Pato Bical e Arinto Filipa Pato Baga Filipa Pato Post-Quercus Baga

    Autor: Fernando Gurgel

    Agradecimentos: Lidiane Gomes

    Publicação e Adequação: Marcelo Paoli

  • O vinho e a África do Sul

    Por Elaine Gomes Sommelière

    A África do Sul, conhecida internacionalmente por suas riquezas, pela beleza de sua geografia e por seus problemas políticos-raciais, é mais uma integrante dos surpreendentes países produtores de vinhos do Novo Mundo que tanto sucesso vem fazendo nos últimos anos.

    Com o fim da política do “apartheid”, os vinhos da África do Sul passaram a ter aceitação internacional e puderam demonstrar sua alta qualidade e excelente relação custo/benefício. Produzidos com as varietais clássicas e com a interessante Pinotage, uva típica do país, estes vinhos têm surpreendido a todos aqueles que sequer imaginavam que a África do Sul tivesse uma indústria vinícola bem estruturada e desenvolvida.

    História

    O início da produção vinícola da África do Sul se dá com a chegada dos colonizadores holandeses no séc. 17, com a Companhia Holandesa das Índias Orientais. Nesta ocasião, o governador da província permitiu o plantio de uvas que eram procedentes da França. O Cabo da Boa Esperança estava distante das outras regiões importantes, portanto, deveria ter vinho em quantidade suficiente para consumo próprio e para abastecer os navios que ali passavam no caminho às Índias.

    O primeiro vinho da região data de 1659, tornando assim a África do Sul a mais antiga região produtora do chamado novo mundo. Na região da Cidade do Cabo era muito conhecido um vinho fino e doce, o Constantia, baseado em uvas Moscatel, comparado ao Tokay e produzido nas terras do governador. Mesmo com as condições favoráveis existentes na região para o cultivo de uvas, não ocorreu o sucesso esperado, tal como a Austrália e a Califórnia. Isto se explica pelo fato de que durante a Revolução Francesa, a Cidade do Cabo passou para o domínio britânico, havendo corte no suprimento de uvas francesas e toda a produção de vinho era exportada à Inglaterra para consumo interno.

    Em 1859, a exportação era de cerca de 45.000 hectolitros, porém com as mudanças na política britânica em 1865 a exportação chegou apenas à 4.200 hectolitros. A produção não era controlada e o número de produtores aumentou devido à chegada de imigrantes atraídos pelo ouro e diamantes que foram descobertos na região, porém a prosperidade ocasionou conflitos e a venda dos vinhos, assim como a qualidade diminuíram. Em 1905, o governo encorajou os produtores a formar uma cooperativa e em 1918 foi fundada a Kooperatiwe Wijinbouwers Vereniging, dando início a uma nova era para os vinhos da África do Sul.

    Até 1992 a KWV controlou as cotas de plantio como um pré-requisito para uma boa produção. A África do Sul entrou no rol dos produtores de vinhos finos do Novo Mundo na década de 1970, depois da Austrália e Califórnia. O cultivo de uvas nobres como Cabernet Sauvignon e Pinotage, sem a presença de plantio como um pré-requisito para uma boa produção. A África do Sul entrou no rol dos produtores de vinhos finos do Novo Mundo na década de 1970, depois da Austrália e Califórnia. O cultivo de uvas nobres como Cabernet Sauvignon e Pinotage, sem a presença de pragas e com amadurecimento na madeira dão condições à região de produzir vinho de grande qualidade.

     

    Principais Uvas da África do Sul

    TINTAS:

    PINOTAGE

    CABERNET SAUVIGNON

    MERLOT

    SHIRAZ

    BRANCAS:

    CHARDONNAY

    CHENIN BLANC

    SAUVIGNON BLANC

    RIESLING RENANA

    SEMILLON

     

    PRINCIPAIS REGIÕES VINICOLAS DA ÁFRICA DO SUL

    CONSTANCIA

    DURBANVILLE

    KLEIN KAROO

    OLIFANTS RIVER

    OVERBERG

    PAARL

    PIQUETBERG

    ROBERTSON

    STELLENBOSCH

    SWARTLAND

    TULBAGH

  • Association de Vignerons de la Côte Vaudoise - Produtores Suíços

    Exportação Suíça Brasil

    Com a Notícia que o Brasil é o primeiro país na América Latina a receber vinho suíço, a Wine Brasil não poderia ficar de fora, então preparamos um pequeno resumo sobre as principais uvas e sobre alguns produtores que despertaram o interesse na importação para América Latina e que os vinhos já são comercializados aqui no Brasil.

    Uvas

    Primeiramente vamos falar sobre as principais uvas cultivadas na Suíça para podermos ter uma ideia mais específica sobre o cultivo de cada produtor em suas propriedades.

    Chasselas

    Chasselas é uma variedade de uva branca, do gênero vitis-vinifera, que produz atualmente um dos melhores vinhos da Suíça, onde é a variedade branca mais plantada o que a torna a principal uva da Suíça.

    uva-chasselas Chasselas

    O Cantão do Vaud é onde se concentra a maior produção, com 3.000 hectares plantados.

    A origem da Chasselas sempre foi muito discutida, mas recentemente se comprovou, através de testes de DNA, que essa uva é nativa da região suíça do lago de Leman, também conhecido como Lago de Genebra, dentro do Cantão de Genebra e do Cantão do Vaud. De onde também vem a origem do nome Fendant que é o chasselas plantado no Valais.

    A variedade Chasselas gera vinhos brancos finos, elegantes, discretos, essencialmente refrescantes e com teor de álcool baixo. Umas das riquezas da Chasselas está nas características que ela transmite aos vinhos do seu terroir. Aliás a Chasselas é uma das uvas que mais expressa as peculiaridades de cada terroir onde é plantada.

    Na Suíça são encontrados diversos clones de Chasselas e cada um representa o terroir onde é cultivado.


    Gamaret

    A Gamaret é uma uva tinta criada por um cruzamento entre Gamay e Reichensteiner. Essa variedade foi criada na Suíça em 1970 pelo laboratório de pesquisa de agricultura de Pully, Vaud, e foi oficializada em 1990. Tem um vigor médio, com boa resistência à deterioração.

    Gamaret Gamaret

    Gamay

    Gamay é uma uva para vinhos tintos que nasceu na França, na região da Bourgogne. O Gamay suíço é particularmente floral, com sabor típico e particular da região Mon-sur-Rolle. Os vinhos são saborosos e leves, os aromas de cereja preta madura e de vegetação rasteira dominam seu bouquet. A cor dos vinhos geralmente é vermelho rubi claro, levemente alaranjado.

    Gamay Gamay

    Produtores e seus Vinhos

    Domaine A Villars - Philibert Frick

    O Domaine A Villars, do nome Villars, é historicamente ligado a vinícola pelos traços da estrada Romana que ainda existe dentro da propriedade. A casa foi construída no século XV e preserva até hoje a artiquitetura original. A Família Frick a adquiriu em 1950 e desde então eles cultivam 10 hectares de Chasselas com grande excelência, chamados de PURA ME MOVENT, que em latim significa “as forças que nos fazem seguir em frente”.

    chasselas-la-cote-de-bougy-villars Vinho Branco La Côte de Bougy-Villars 2015

    Château de Crans - Gilles Pilloud

    O Château de Crans esta localizado numa pequena vila chamada Crans-prés-Celigny, entre Genebra e Lausanne, na costa do lago Leman. Ele foi construído em 1765 e desde então pertence a mesma família. Do Château se tem vista sobre as vinhas, localizadas ao longo do lago Leman, em frente aos Alpes franceses, como o Mont Blanc. O Château possui uma elegante arquitetura ao estilo Louis XV, com jardins clássicos, e é tombado como patrimônio histórico da costa de Cantão do Vaud.

    O Vinho Tinto Galisse é uma combinação de três uvas cultivadas no Chateau de Crans, a Merlot, a Gamaret e a Garanoir (a Garanoir é irmã da Gamaret, ambas uvas originárias de cruzamentos criados na Suíça). Este vinho é refinado e elegante, a assinatura do Chateau de Grans . O vinho tem aroma de frutas vermelhas. É jovem, com uma acidez bem presente. Os taninos são rústicos, agudos e bem volumosos. O amadurecimento em barricas de carvalho lhe dá um leve toque de madeira com notas de cacau .

    galisse Vinho Tinto Galisse

    O Château de Crans também produz um ótimo vinho branco da uva Chasselas o elegante Chasselas de La Côte AOC Nyon.

    chasselas-de-la-cote-nyon-aoc Vinho Branco Chasselas de La Côte Nyon AOC

    Château de Mont - Propriété Naef

    O Château de Mont foi residência de vários barões suíços. No século XV pertenceu ao Duque de Savoia da França. A família Naef adquiriu o Château e suas vinhas centenárias em 1911, dando continuidade a arte da vinificação de vinhos de alta qualidade com seus Chasselas Grand Cru.

    O Gamaret do Chateau de Mont foi envelhecido 12 meses em barris de carvalho. É bem estruturado, com bouquet discreto e notas de caramelo. Na boca é denso e intenso.

    Vinho Tinto Gamaret Mont Sur Rolle Grand Cru Vinho Tinto Gamaret Mont Sur Rolle Grand Cru

    O Chasselas Mont Sur Rolle Grand Cru possui uma cor amarelo intensa com um aroma rico de Banana Madura e paladar suave e cremoso com uma bela acidez bem presente.

    Vinho Branco Chasselas Mont Sur Rolle Grand Cru Vinho Branco Chasselas Mont Sur Rolle Grand Cru

    Cave de La Crausaz - Bettems Frères SA

    A família Bettems está presente na região de Féchy desde o início do século XVII, sendo uma das famílias mais antigas da vila, com 12 gerações. Desde 1927 cinco gerações de Bettems perpetuam a viticultura e os costumes de seus ancestrais. Hoje a vinícols é gerida por Alain Bettems, sua filha Laurie e o filho Valentin, que estão se preparando para dar continuidade aos costumes da viticultura da família.

    O Chasselas de La Côte AOC Féchy é um vinho branco elegante com aroma com notas de árvores frutíferas, de maça verde e folha verde e paladar de laranja com a um amargo agradável e leve.

    Vinho Branco Chasselas de La Côte AOC Féchy Vinho Branco Chasselas de La Côte AOC Féchy

    Domaine de la Maison Blanche - Yves de Mestral

    A família De Mestral tem origem na região do Savoy, na França, mencionados pela primeira vez em 1258. Nesse época, na região Mont- Sur- Rolle, onde está a Casa Branca, Maison Blanche, a propriedade, pertencente ao duque de Savoy, era utilizada como fortaleza. Em 1528 a Maison Blanche foi construída por Jean De Mestral,  que era chefe de exército de serviços sob o comando do rei francês François I. Desde então a Maison Blanche e a vinícola passaram por gerações centenárias, mais nunca deixou de pertencer a família de Mestral até hoje.

    Gamay Mont Sur Rolle é um vinho tinto com aroma intenso que exala a fragrância de alcatrão e de floresta, seu paladar é suave com uma acidez natural podendo sentir fruto seco na boca no final do paladar, com bina muito bem com peixes grelhados e com molhos elaborados, carne vermelha e de aves.

    Gamay Mont Sur Rolle Mason Blanche Vinho Tinto Gamay Mont Sur Rolle Mason Blanche

    Chasselas Mont Sur Rolle Grand Cru é um vinho brranco seco de vinificação tradicional com segunda fermentação maloláctica, exala aromas de frutas e flores brancas, paladar suave e final longo e licoroso.

    Chasselas Mont Sur Rolle Grand Cru Maison Blanche Vinho Branco Chasselas Mont Sur Rolle Grand Cru Maison Blanche

    Blanc de Blancs Mont Sur Rolle Grand Cru Maison Blanche é um espumante de vinificação pelo método tradicional que exala aromas de frutas cristalizadas, citrus e geléia de laranja, ótimo como aperitivo, salmão defumado e frutos do mar.

    Espumante Blanc de Blancs Mont Sur Rolle Grand Cru Maison Blanche Espumante Blanc de Blancs Mont Sur Rolle Grand Cru Maison Blanche

    Les Souches de Bamajo - Bastien Suardet

    A família Suardet cultivava uvas na região de Féchy desde o século XVIII. Em 1921 a família começou a produzir vinhos em plantações onde já era praticada a filosofia da Biodinâmica, criada pelo austríaco Rudolf Steiner, até hoje é praticada por Bastien Suardet. O conhecimento de viticultura tem sido passado de geração a geração, sendo os pioneiros do cultivo biodinâmico na área de Féchy.

    Les Souches de Bamajo - Bastien Suardet

    Chasselas Féchy Grand Cru é um vinho com paladar de frutas brancas bem equilibrado e estruturado.

    Chasselas Féchy Grand Cru Bastien Suardet Chasselas Féchy Grand Cru Bastien Suardet

    A equipe da Wine Brasil espera que tenham gostado da matéria.

    Agradecimentos à Jefferson Mayetta.

  • Produtor Luigi Bosca

    O vinho na Argentina

    Imagens da cultura da Argentina

    O vinho na argentina faz parte de nossa cultura nacional. Localizada ao sul das Américas, com uma população de 42 milhões de habitantes e uma área quatro vezes maior que a da França, Argentina é uma das reservas ecológicas do mundo.

    Possuindo uma notável paisagem natural, em seu território encontramos montanhas planícies, vegetação exuberante com aridez absoluta, florestas estepe e geleiras com cataratas.

    Ao longo de cinco séculos a Argentina desenvolveu uma viticultura muito original. A altitude, o clima continental, a extensão e diversidade de terroirs, a baixa fertilidade do solo, o tempo seco, a pureza da água do degelo e do legado cultural do vinho tornam seus vinhos originários com identidade do local e de qualidade.

    Família Arizu - Quatro gerações dedicado ao vinho

    A família Arizu tem um forte legado europeu que remonta ao século XVIII, na pequena aldeia de Unzue no País Basco.

    Emigração da Família Arizu

    Em 1890, Leoncio Arizu chegou à Argentina em busca de novas oportunidades, e em 1901 fundou a Vinícola na província de Mendoza. Em seguida, ele e os Boscas, outra família antiga e próspera que havia emigrado da região de Piamonte, na Itália, decidiram unir esforços e fundaram o que hoje é Bodega Luigi Bosca – Família Arizu.

    Luigi Bosca

    Por muitos anos, quatro gerações de viticultores têm trabalhado, com paixão e devoção absoluta, na viticultura a fim de entender e aprimorara o plantio da vinha.

    Os principais pilares em que Luigi Bosca consolidou suas credenciais são um prestígio baseado na experiência adquirida e transferida ao longo dos anos, a qualidade sustentável e homogênea de seus vinhos, e a busca perpétua da excelência através da inovação e da tecnologia avançada.

    Hoje, a Vinícola é uma empresa líder no segmento dos grandes vinhos do mercado doméstico Argentino, e também alcançou uma posição sólida e valorizada nos mercados globais.

    Seus vinhos estão presentes nos sítios gastronômicos mais emblemáticos do mundo, e são servidos nas mais prestigiadas companhias aéreas internacionais.

     Vinícola

    Localizada em Luján de Cuyo, o desenho arquitetônico da Vinícola é clássico, e o edifício foi construído sobre um antigo moinho originalmente localizado nesse lugar.

    Edifício Luigi Bosca

    Fazendas Luigi Bosca

    A Vinícola tem sempre trabalhado com a filosofia de procurar o melhor terroir para cada cepa. O terroir é um espaço limitado, onde as condições físicas e químicas do solo, a localização geográfica, e o clima, produzem produtos específicos e diferenciados. Além disso, o terroir é influenciado por condições tais como a altitude, a orientação das plantas, as encostas, a distribuição das chuvas, as horas de luz solar, etc.

    Com a intenção de se aproximar do Terroir, com o maior cuidado, Bodega Luigi Bosca adotou algumas das normas mais benéficas inerentes para o sistema de plantação biodinâmica, baseado em uma filosofia de trabalho que busca impulsionar a planta para torná-la apta para a autodefesa.

    A promoção da biodiversidade é uma das chaves biodinâmicas aplicadas pela Bodega Luigi Bosca: a vinha nunca esteve em isolamento. Devemos fazê-la sentir-se parte de um sistema global e fazê-la viver com, e ser reforçada por outras espécies. A empresa tem sete propriedades vinícolas situadas em zonas privilegiadas de Mendoza: Lujan de Cuyo , Maipú e Valle de Uco, diferentes variedades de videiras cultivadas nessas áreas foram trazidas da Europa no final do século XIX; assim, resumindo, as vinhas atuais são o resultado de uma seleção das melhores vinhas velhas da família.

    Mapa das vinhas Luigi Bosca

     Alguns de seus Vinhos

    Finca La Linda Malbec

    Finca La Linda Malbec

     

    Finca La Linda Rosé

     

    Finca La Linda Torrontés

     

    Finca La Linda Smart Blend

     

    Luigi Bosca Riesling Las Compuertas

     

    Luigi Bosca De Sangre

     

    Luigi Bosca Icono

     

    Publicado por: Marcelo Paoli

    Fontes: Site do Produtor Luigi Bosca

  • Vinícola Anakena

    produtor-anakena

    História

    No final de 1990, Felipe Ibáñez e Jorge Gutiérrez, amigos de infância, fundaram a vinícola Anakena no Alto Cachapoal, no pé da Cordilheira dos Andes, com o objetivo de elaborar elegantes, inovadores, e distintamente vinhos do novo mundo que refletiam sua origem e potencial do Chile como um produtor de classe mundial de vinhos finos.

    Convencidos de que a alta qualidade era sinônimo de distinção, visitaram regiões vinícolas mais famosas do mundo para aprender as últimas técnicas de viticultura e enologia e trazer para o Chile, juntamente com tecnologia de ponta para a elaboração de vinhos finos. Em 1999, plantaram sua primeira vinha em Alto Cachapoal e construíram a vinícola Anakena.

    Hoje, a Vinícola Anakena possui 145 hectares no Alto Cachapoal, 125 hectares em Leyda, 44 hectares no Vale do Cachapoal mais próximo da costa e 44 hectares plantados em Peumo. Hoje os  vinhos Anakena são consumidos em mais de 50 países ao redor do mundo e são constantemente reconhecidos pelos críticos de vinhos internacionais mais exigentes.

    Filosofia

    Na vinícola Anakena, a qualidade dos vinhos é mais do que um objetivo, é um valor fundamental. O trabalho é orientado pela busca da excelência e alcançar a maior qualidade possível. O estilo único na elaboração de vinhos finos permite oferecer especial distinção para satisfazer os consumidores mais exigentes. Os vinhos refletem as origens nos próprios vinhedos, localizados nos melhores terroirs do Chile, bem como a experiência e visão da equipa de viticultura e enologia.

    Veja alguns vinhos de seu portfólio clicando aqui !

    Postado por: André Piccioli (Sommelier)

  • Produtor Quinta do Infantado

    Quinta do Infantado

    A Vinícola

    Localizada à margem direita do Douro, essa propriedade foi adquirida há mais de um século pelos avós dos atuais proprietários, a família Roseira. A Quinta do Infantado foi pioneira na venda de Portos engarrafados na propriedade – vinhos do Porto de Quinta – deixando de vender a empresas de Vila Nova de Gaia. Esse importante passo conduziu ao fim do monopólio das empresas de Gaia no engarrafamento e comercialização do vinho do Porto, em 1986. A vinícola, que pratica a agricultura orgânica e sustentável, se destaca tanto no mercado português como na Europa e em outros países, com seus vários estilos de Porto, marcados pela elegância, equilíbrio e menor teor de açúcar, mesmo nos vinhos mais básicos. A área de vinhedos soma 46 ha, todos classe A, com vinhas de 5 a 80 anos de idade.

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    Quinta do Infantado foi fundada em 1816.

    A Empresa

    Em 1979, em iniciativa pioneira, a Quinta do Infantado iniciou a venda dos primeiros Portos engarrafados no Douro, na propriedade – vinhos do Porto de Quinta – deixando de vender a empresas de Vila Nova de Gaia. Até então, os vinhos de pequenos produtores eram em sua totalidade vendidos aos grandes ‘shippers’. Este novo passo na longa história da Quinta do Infantado representou o fim do monopólio das empresas de Gaia no engarrafamento e comercialização do Vinho do Porto e o estímulo a outros pequenos produtores de fazer o mesmo, o que culminou com a permissão, em 1986, para se exportar Porto a partir do Douro, pondo fim a regulamentações anacrônicas. A família Roseira continua engajada na defesa do Douro e das suas virtudes, pregando e praticando uma agricultura racional, orgânica e sustentável. A vinícola se destaca entre os vitivinicultores-engarrafadores de Porto, tanto no mercado português como na Europa e em outros países, com seus vários estilos de Porto, todos elaborados com uvas próprios de vinhedos classe A.

    Vinhedos

    Propriedade com longa história, localizada numa área já referenciada nas demarcações pombalinas (Covas do Douro), com instalações de produção situadas em um armazém de 1816, que pertenceu ao Infante D. Pedro IV (nosso D. Pedro I), usado pelos seus emissários no recolhimento de impostos na região. Situada no coração da Região Demarcada do Douro, na margem direita do rio, junto ao Pinhão, foi adquirida há mais de um século pelos avós dos atuais proprietários, a família Roseira. A área de vinhedos hoje soma 46 hectares, todos classe A, com vinhas de 5 e 80 anos de idade.

    quinta-do-infatado

    Produção

    Entre as características marcantes dos vinhos, estão a riqueza de sabores, a concentração acima da média, mesmo nos vinhos básicos. Até 2009 os vinhos eram elaborados exclusivamente com pisa a pé, hoje substituída por robôs. O Tawny 10 anos tem muita concentração e sutilezas, enquanto o Reserva Dona Margarida é um Tawny com aproximadamente 6 anos. Entre os datados, o LBV não é filtrado e envelhece bem em garrafa, mas pode ser bebido após quatro anos de envelhecimento. Os Vintages são pequenas joias de extrema elegância.

    Vinho do Porto

    O vinho do Porto é um vinho generoso produzido exclusivamente na região demarcada do Douro, envelhecido no entreposto de Gaia e exportado da cidade do Porto, que lhe dá o nome. É obtido a partir de uvas tintas ou brancas, cuja fermentação é interrompida com a adição de aguardente vínica, sendo depois transportado para armazéns de Gaia, onde fica a envelhecer.

    O vinho do Porto pode ter uma graduação alcoólica entre os 18º e os 22º. Este vinho deve as suas inconfundíveis características (sabor, aroma e corpo) às peculiares condições agro-climatéricas da região demarcada do Douro.

    Vinho Tinto - Vinhas velhas!

    Uma compra feliz, para um momento feliz. Este vinho correspondeu e superou as expectativas. Apresenta uma cor retinta, opaca, muito concentrado e com lágrima de aspecto persistente. Bordos com ligeiros violetas escuros. Aromas com muita fruta madura, já compota, ameixa preta, cereja, perfil licoroso, com boa madeira, bom trabalho na madeira, algumas notas de cacau em fundo. Na boca revela-se ainda jovem, em crescimento, mas já com boa estrutura, já com maciez e corpulência. Muita fruta e muita força. Um final com boa extensão e a provocar alguma gulodice.

  • Produtor Domaine Valentin Zusslin Et Fils

     

    Domaine Valentin Zusslin Et Fils

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     A Vinícola

    Fundado em 1691 por Jodocus Cisle (antigo nome da vinícola), o Domaine Valentin Zusslin está hoje na 13ª geração da família de viticultores e reúne duas gerações da família Zusslin. Os irmãos Marie e Jean Paul Zusslin estão no comando da empresa desde o ano 2000. Os vinhedos estão localizados ao redor de Orschwihr, ao sul de Colmar, em três locais excepcionais: Bollenberg, Clos Liebenberg e o Grand Cru Pfingstberg. Em 1997, os vinhedos foram convertidos para o cultivo biodinâmico, e em 2000 seus vinhos receberam o certificado biodinâmico oficial. Tradição, ótimos vinhedos, respeito à natureza e incorporação de novas técnicas têm proporcionado uma qualidade consistentemente crescente nos últimos anos. São vinhos expressivos e com ótimo potencial de guarda.

     

    Vinhedos

    São 14,5 hectares distribuídos nas encostas de Bollenberg, Clos Liebenberg e o Grand Cru Pfingstberg. Nos solos argilo-calcários e argilo-calcário-rochosos estão plantadas as variedades alsacianas. Desde 1997 o Domaine é conduzido na totalidade seguindo os princípios da cultura biodinâmica e os vinhedos são trabalhados essencialmente à mão. Essas práticas permitem produzir frutos sãos e de ótima qualidade, o que é fundamental para produzir vinhos com alta expressão.

     

    Produção

    A colheita é feita manualmente em caixas pequenas de até 20 kg, com diversas passagens pelo vinhedo. Depois, são transportadas até a adega onde é feita a seleção manual na mesa de triagem (se necessário). As uvas são esmagadas por prensa pneumática de forma lenta e suave por cerca de 12 horas. O mosto de excelente qualidade assim obtido é trasfegado por gravidade. A fermentação alcoólica é feita com leveduras naturais. Os vinhos permanecem sobre borras finas, em tonéis de carvalho novos ou usados ou em tanques de aço inox, por até 1 ano e meio. Os tonéis permitem uma fermentação mais regular e harmoniosa, graças à uma oxigenação lenta, uma boa isolação térmica e ao seu formato. Não é feita nenhuma intervenção durante o processo natural de fermentação e elaboração dos vinhos: nenhum produto sintético nem tratamento é usado no vinho, somente o uso de SO2, em quantidades mínimas, para conservação. Os vinhos são engarrafados após 12 a 18 meses.

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