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The Dead Arm 2012

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The Dead Arm 2012

Disponível: Em estoque

Grande ícone da d'Arenberg e da região de McLaren, The Dead Arm é produzido em pequena escala, com grande atenção aos detalhes. Shiraz concentrado, perfumado e sedoso, demanda decantação e atenção ao provar.

750ml
R$525,00
ou em até 3x R$ 175,00 sem juros no valor total de compras acima de R$ 600,00
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Sobre o produto

Detalhes

Dead Arm" é uma doença causada na videira pelo fungo Eutypa Lata, que gradualmente mata um dos galhos da planta.

A parte sobrevivente, porém, recebe toda a dedicação e nutrientes e produz frutos altamente saborosos e concentrados.

O vinho é produzido somente com uvas de plantas afetadas pela doença. Somente 120 garrafas deste precioso néctar chegam ao Brasil a cada ano.

Ficha técnica

Ficha técnica

Tipo de Vinho Tinto
Tipo Gustativo Seco
País Austrália
Região McLaren Vale
Produtor D' Arenberg
Safra 2012
Cor do Vinho Vermelho Púrpura
Volume 750ml
Uvas Syrah (Shiraz)
Pontuação Não
Temperatura de Serviço 15°C a 18°C
Sugestão de Guarda até 10 anos
Graduação Alcoólica 14,5%
Harmonização Carnes Vermelhas
História do produtor

D' Arenberg

É em South Australia, região livre da filoxera, que se encontra uma das mais importantes vinícolas da Austrália, a d’Arenberg. A vinícola foi fundada em 1912 - curiosamente, por um abstêmio! - e ganhou sua famosa marca da fita vermelha no finalzinho dos anos 50, quando o filho do fundador decidiu dar o sobrenome de solteira da mãe à empresa familiar. Todas as uvas utilizadas na vinícola são primeiramente suavemente esmagadas em uma prensa francesa de dentes emborrachados e espaçados, de forma a manter os bagos ainda intactos. A prensagem de fato (das uvas brancas antes da fermentação e das tintas logo após a mesma) ocorre nas tradicionais “prensas de tábuas”, que remontam à idade média, o que é justificado pelo enólogo pela delicadeza do procedimento. Finalmente, a fermentação dos tintos ocorre em tanques de concreto revestidos com cera e a dos brancos em tanques de aço inoxidável desenhados pelo próprio Chester, o enólogo chefe e bisneto do fundador. Ainda durante a fermentação, a capa ou chapéu do mosto de alguns dos tintos é revolvida através de pisa, o que pode ser identificado pelo selo impresso no rótulo com os dizeres “Foot Trod”.

 

 

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